Ei Eminem!!
Como que tá aí na banda?
Aqui tem muito pagode e muito samba
Aqui tem muita gente decente e muito honesta
Mas também rola muita festa
Aqui tem muita cultura
Também tem gente de alma pura
Também tem muita mulher bonita
Até já peguei uma tal de Anita
Mas mudando de assunto
Por aqui eu vi muito absurdo
Como por exemplo
Tem muito político sem bom senso
Sem amor no coração
Que anda de terno, mas afundado na corrupção
Mas até que tá tri
Muito parceiro eu fiz por aqui
Mas quando eu decidir voltar
Irei melhor te explicar
O que eu aprontei por aqui
Valeu, cuida de tudo por aí!
domingo, 27 de junho de 2010
segunda-feira, 21 de junho de 2010
quarta-feira, 16 de junho de 2010
Texto da aluna Gabriella Fernandes (Cristóvão)
Vida x destruição
Nós estamos vivendo na era da poluição, aquecimento global, terremotos, enchentes, deslizamentos, desmatamento e entre outros. Não percebemos que todas essas coisas irão destruir o planeta.
Com os lixos jogados no chão, as queimadas e fumaças liberadas por carros e fábricas vão fazer com que a camada de ozônio fica aos poucos mais fina permitindo que os raios ultravioletas cheguem a terra causando vários danos prejudicando o lugar onde moramos e a nossa saúde.
Caso isso continue, a água vai acabar o ar ficará tão poluído que não conseguiremos respirar e já está acontecendo, mas os terremotos ficarão piores fazendo com que o planeta acabe e a raça humana fique extinta.
Nós estamos vivendo na era da poluição, aquecimento global, terremotos, enchentes, deslizamentos, desmatamento e entre outros. Não percebemos que todas essas coisas irão destruir o planeta.
Com os lixos jogados no chão, as queimadas e fumaças liberadas por carros e fábricas vão fazer com que a camada de ozônio fica aos poucos mais fina permitindo que os raios ultravioletas cheguem a terra causando vários danos prejudicando o lugar onde moramos e a nossa saúde.
Caso isso continue, a água vai acabar o ar ficará tão poluído que não conseguiremos respirar e já está acontecendo, mas os terremotos ficarão piores fazendo com que o planeta acabe e a raça humana fique extinta.
Texto da aluna Fabrícia Hoffmam (Cristóvão)
Psicologia
Vou falar de um assunto meio complicado, sou psicóloga. Tudo começa em uma noite em que estava, voltando de meu emprego. Passei em frente de uma casa e ouvi uma discussão.
Na manhã seguinte, quando eu estava na parada para pegar o ônibus, o casal lá estava, a mulher era simpática, mas com um ar “triste” e seu marido, parecia estar com ódio de algo.
Olhei para eles, dei um sorriso dizendo:
- bom dia, tudo bem?
Somente ela responde:
- bom dia. E seu marido, tomou conta do assunto dizendo:
- Ela está muito bem! Nunca esteve melhor!
No mesmo momento sua esposa, no meio da rua, baixou a cabeça e calou-se.
De repente, os dois se olharam, e começou tudo novamente.
- Não sei, não fui eu! Diz a mulher, enquanto seu marido tentava agredi-la
Eu, fiquei constrangida com aquela cena, mas disse:
- Calma, vamos conversar, se não quiserem conversar aqui, vamos até meu consultório, e passei para eles o numero de lá.
Passaram- se duas semanas e o casal ligou, agendando uma consulta.
-Boa tarde, entrem!
Eles entraram, Vinicius estava muito nervoso, e foi logo dizendo:
-Moça, me ajude! Preciso de um tratamento!
Minutos depois, conversa vai e conversa vem, achei melhor encaminhá-lo para uma clinica de tratamento.
Assim, foi feito, tudo se esclareceu!
Conclusão: devemos deixar o orgulho de lado, e devemos procurar ajuda independentemente do problema!
Autora : Fabrícia Chaves Hoffmam
Aluna do I.E.E. Cristóvão de Mendoza , 1º ano, turma 2101
Vou falar de um assunto meio complicado, sou psicóloga. Tudo começa em uma noite em que estava, voltando de meu emprego. Passei em frente de uma casa e ouvi uma discussão.
Na manhã seguinte, quando eu estava na parada para pegar o ônibus, o casal lá estava, a mulher era simpática, mas com um ar “triste” e seu marido, parecia estar com ódio de algo.
Olhei para eles, dei um sorriso dizendo:
- bom dia, tudo bem?
Somente ela responde:
- bom dia. E seu marido, tomou conta do assunto dizendo:
- Ela está muito bem! Nunca esteve melhor!
No mesmo momento sua esposa, no meio da rua, baixou a cabeça e calou-se.
De repente, os dois se olharam, e começou tudo novamente.
- Não sei, não fui eu! Diz a mulher, enquanto seu marido tentava agredi-la
Eu, fiquei constrangida com aquela cena, mas disse:
- Calma, vamos conversar, se não quiserem conversar aqui, vamos até meu consultório, e passei para eles o numero de lá.
Passaram- se duas semanas e o casal ligou, agendando uma consulta.
-Boa tarde, entrem!
Eles entraram, Vinicius estava muito nervoso, e foi logo dizendo:
-Moça, me ajude! Preciso de um tratamento!
Minutos depois, conversa vai e conversa vem, achei melhor encaminhá-lo para uma clinica de tratamento.
Assim, foi feito, tudo se esclareceu!
Conclusão: devemos deixar o orgulho de lado, e devemos procurar ajuda independentemente do problema!
Autora : Fabrícia Chaves Hoffmam
Aluna do I.E.E. Cristóvão de Mendoza , 1º ano, turma 2101
Texto da aluna Letícia Pereira (Cristóvão)
Jonas Brothers
Ana e Ângela se conheceram na infância, cresceram juntas, praticamente como irmãs.
E na adolescência gostaram de várias coisas iguais, roupas, programa de TV e bandas.
Um dia Ângela comprou uma revista, e foi mostrar para Ana, e ela falou:
- Quem são esses feiosos.
- São os Jonas Brothers, e eles não são feios.
- Eu não gostei, são só um trio de emos com cara de tansos.
No outro dia Ângela começou a ver a história dos Jonas Brothers e se encantou, e colocou na frase do Orkut “I Love Jonas Brothers”.
Depois de alguns dias a Ana se tornou fã, e falou para Ângela:
- Eu os adoro!
- Eu também.
- Qual deles você gosta mais?
- Joe Jonas.
- Mas eu o conheci primeiro.
- E daí?
- Daí que eu sou mais fã.
Acabaram brigando por pessoas que nem sabem que elas existem.
Ângela, arrependida ligou para Ana e pediu desculpas, e falou que não iria acabar a amizade que construíram a tantos anos.
Disseram que, como eram amigas podiam gostar ou desgostar de quase de todas as coisas.
Ana e Ângela se conheceram na infância, cresceram juntas, praticamente como irmãs.
E na adolescência gostaram de várias coisas iguais, roupas, programa de TV e bandas.
Um dia Ângela comprou uma revista, e foi mostrar para Ana, e ela falou:
- Quem são esses feiosos.
- São os Jonas Brothers, e eles não são feios.
- Eu não gostei, são só um trio de emos com cara de tansos.
No outro dia Ângela começou a ver a história dos Jonas Brothers e se encantou, e colocou na frase do Orkut “I Love Jonas Brothers”.
Depois de alguns dias a Ana se tornou fã, e falou para Ângela:
- Eu os adoro!
- Eu também.
- Qual deles você gosta mais?
- Joe Jonas.
- Mas eu o conheci primeiro.
- E daí?
- Daí que eu sou mais fã.
Acabaram brigando por pessoas que nem sabem que elas existem.
Ângela, arrependida ligou para Ana e pediu desculpas, e falou que não iria acabar a amizade que construíram a tantos anos.
Disseram que, como eram amigas podiam gostar ou desgostar de quase de todas as coisas.
Texto da aluna Letícia Madruga (Cristóvão)
Loteria!
Certa vez uma mulher chamada Maria Helena estava se sentindo alegre,ela sempre estava
alegre,sempre de bem com a vida,sempre feliz com sua família.
Era um pessoa muito humilde com seu jeito simples de ser e de viver.
Um dia,ela atendeu ao telefone e recebeu a notícia que tinha ganhado na loteria.
Além da alegria que ele sentia ela começou a gritar:
- Eu Ganhei, eu ganhei...
- Estou rica !!!
A sua mãe,que estava com ela,disse:
- Calma... Tem certeza?
- Tenho...
No mesmo momento que ela desligou o telefone,ela arrumou-se e logo
Foi receber seu dinheiro na Caixa Econômica Federal.
A partir desse dia ela se tornou uma pessoa que sabe o que é estar de bem com a vida
Maria helena doou 50% do dinheiro para as crianças carentes,ela se sentiu como uma mulher
sabe o que é viver.Maria helena apesar de ser rica,continuou sendo aquela pessoa humilde com aquele seu jeito simples de se ver.
Certa vez uma mulher chamada Maria Helena estava se sentindo alegre,ela sempre estava
alegre,sempre de bem com a vida,sempre feliz com sua família.
Era um pessoa muito humilde com seu jeito simples de ser e de viver.
Um dia,ela atendeu ao telefone e recebeu a notícia que tinha ganhado na loteria.
Além da alegria que ele sentia ela começou a gritar:
- Eu Ganhei, eu ganhei...
- Estou rica !!!
A sua mãe,que estava com ela,disse:
- Calma... Tem certeza?
- Tenho...
No mesmo momento que ela desligou o telefone,ela arrumou-se e logo
Foi receber seu dinheiro na Caixa Econômica Federal.
A partir desse dia ela se tornou uma pessoa que sabe o que é estar de bem com a vida
Maria helena doou 50% do dinheiro para as crianças carentes,ela se sentiu como uma mulher
sabe o que é viver.Maria helena apesar de ser rica,continuou sendo aquela pessoa humilde com aquele seu jeito simples de se ver.
Texto do aluno Matheus Cruz (Cristóvão)
O Fusca Velho
Existia um fusca muito velho. Ninguém queria comprar,pois ele não andava e a lata estava estragada mas um dia um cara estava passando pela frente da garagem e olhou aquele fusca jogado, sujo lá num canto e ele era apaixonado por carros antigos e ele foi falar com o dono da garagem, chegando lá na porta do garagista chegou um guincho e entrou junto com ele para conversar com o garagista ,entrando lá ele falou com o Pedro dono da garagem estou interessado naquele fusca , qual é o preço e então Pedro falou, você deu sorte, pois esse fusca era do meu avô faz dez anos que está aqui na garagem e nunca ninguém se interessou por ele e hoje eu liguei para o guincho vim buscar o fusca eu ia vender para o ferro velho aqui perto por um preço muito baixo .
Então como Marcos o homem interessado pelo fusca não tinha muito dinheiro logo falou se você me vender esse fusca barato eu te compro. Pedro falou, então ta e o homem do guincho disse acho que posso ir embora né os dois falaram sim ,e logo Marcos voltou atrás e falou não primeiro deixe meu fusca na minha casa , pois agora esse fusca será meu .
E depois de meia hora assinando papel acabou o fusca é seu faça bom proveito disse Pedro e Marcos falou sim esse fusca vai virar uma nave .
Depois de alguns anos Marcos conseguiu juntar dinheiro para reformar o fusca , de tão elegante que ficou Marcos ficou famoso por causa da imprensa que achou ele num encontro de carros antigos onde apareceu na TV e ganhou patrocinadores de rodas , som , motor ,etc .
Matheus Cruz
Existia um fusca muito velho. Ninguém queria comprar,pois ele não andava e a lata estava estragada mas um dia um cara estava passando pela frente da garagem e olhou aquele fusca jogado, sujo lá num canto e ele era apaixonado por carros antigos e ele foi falar com o dono da garagem, chegando lá na porta do garagista chegou um guincho e entrou junto com ele para conversar com o garagista ,entrando lá ele falou com o Pedro dono da garagem estou interessado naquele fusca , qual é o preço e então Pedro falou, você deu sorte, pois esse fusca era do meu avô faz dez anos que está aqui na garagem e nunca ninguém se interessou por ele e hoje eu liguei para o guincho vim buscar o fusca eu ia vender para o ferro velho aqui perto por um preço muito baixo .
Então como Marcos o homem interessado pelo fusca não tinha muito dinheiro logo falou se você me vender esse fusca barato eu te compro. Pedro falou, então ta e o homem do guincho disse acho que posso ir embora né os dois falaram sim ,e logo Marcos voltou atrás e falou não primeiro deixe meu fusca na minha casa , pois agora esse fusca será meu .
E depois de meia hora assinando papel acabou o fusca é seu faça bom proveito disse Pedro e Marcos falou sim esse fusca vai virar uma nave .
Depois de alguns anos Marcos conseguiu juntar dinheiro para reformar o fusca , de tão elegante que ficou Marcos ficou famoso por causa da imprensa que achou ele num encontro de carros antigos onde apareceu na TV e ganhou patrocinadores de rodas , som , motor ,etc .
Matheus Cruz
Piada do aluno Gabriel Duarte (Cristóvão)
Droga de vida
Inventaram no Japão um novo estimulante sexual, no qual o cientista japonês falou à uma televisão brasileira em português.
- é um estimulante muito bom deixa elas calminhas, “diveltidas”, “amolosas”,podem limpar a casa depois de uma “bebedeila”sem “leclamar”de nada.Se chama “galtom”.
Mas o jornalista não entendeu o nome e perguntou como se chamava o estimulante, o cientista respondeu:
-Chama-se “galtom”, “galtom” de “clédito”.
Inventaram no Japão um novo estimulante sexual, no qual o cientista japonês falou à uma televisão brasileira em português.
- é um estimulante muito bom deixa elas calminhas, “diveltidas”, “amolosas”,podem limpar a casa depois de uma “bebedeila”sem “leclamar”de nada.Se chama “galtom”.
Mas o jornalista não entendeu o nome e perguntou como se chamava o estimulante, o cientista respondeu:
-Chama-se “galtom”, “galtom” de “clédito”.
Crônica do aluno Lucas Borges (Cristóvão)
Um inusitado clássico
Grenal
Sabe aquelas vésperas de Grenal, que você foca com TPJ (Tensão pré-jogo).Então, assim aconteceu com Rubens, meu vizinho fanático pelo Internacional. O sábado dele começou bem animado, acordando os vizinhos e pondo o hino do colorado no rádio de seu carro. Já vestido de vermelho e gritando loucamente, sua mulher Janete acordou irritada, e deu um berro que até quem não queria ouvir, ouviu:
- Rubens! Cale-se, ainda são 6:30 da manhã de sábado, eu quero descansar!.
Ele levou um susto tão grande que chegou pular, logo em seguida desligou o som, e foi para dentro de casa. Daí em diante só se ouviu uma discissão. Relatos dizem que os dois fizeram um aposta que era a seguinte, se o inter ganhasse, sua mulher, que era gremista, viraria colorada e vice e versa.
No domingo, o casal, muito tenso e confiante, foi para a bilheteria do estádio para comprar os ingressos. Em clima de provocação, um grupo de torcedores do Grêmio passou por eles.
Eis que a hora do jogo chegou, e o casal se dividiu entre as torcidas. Rubens, muito confiante, e Janete, torcendo como nunca. Os times entram em campo. Lado a lado, a torcida vibrava e cantava o hino nacional. Sorte deles que Vanusa não estava presente. Já no comecinho do jogo, fata marcada a favor do Internacional e a torcida pede Andrezinho para a cobrança. Ele se aproxima da bola, chuta com efeito e é Goooool! O Internacional abre o placar e Rubens comemora como um louco, apartir daí o jogo fica mais truncado, ficando no 1 x 0 até o intervalo. Aproveitando a parada, Rubens vai até a divisória que separa as duas torcidas, e grita para Janete:
- Janete o que você está fazendo na torcida errada? Há, há, há !
A situação que Janete se encontrava era desesperadora, com as mão na cabeça desesperada, mas no começo do segundo tempo é surpreendida com os contra-ataques de ambos os times. Sua adrenalina subia radicalmente. Era bola na trave, gol perdido, pênalti anulado. Aos 40 minutos do 2º tempo, todos achavam que tudo estava ganho, ou melhor, definido, mas, derrepente, Borges é derrubado na área e é marcado o pênalt para o Grêmio. Quem bate? Douglas é o escolhido. Ele corre para a bola, faz paradinha, o goleiro caí para um lado e ele da um toque sutil para o fundo da rede, e o Grêmio empata o jogo, a torcida vibra muito, faz a avalanche, e a Janete feliz da vida e ao mesmo tempo aliviada. O jogo finalmente acaba e o resultado final é de 1x1. E a aposta, como fica?
Chegando em casa o casal todo ofegante lembra da aposta automaticamente e discute:
- Rubens, acho que ficamos kits”!
- Kits uma ova, vamos dividir as camisetas. Um lado Inter e o outro Grêmio.
Dessa história o casal tirou uma conclusão: que os opostos, realmente se atraem.
Grenal
Sabe aquelas vésperas de Grenal, que você foca com TPJ (Tensão pré-jogo).Então, assim aconteceu com Rubens, meu vizinho fanático pelo Internacional. O sábado dele começou bem animado, acordando os vizinhos e pondo o hino do colorado no rádio de seu carro. Já vestido de vermelho e gritando loucamente, sua mulher Janete acordou irritada, e deu um berro que até quem não queria ouvir, ouviu:
- Rubens! Cale-se, ainda são 6:30 da manhã de sábado, eu quero descansar!.
Ele levou um susto tão grande que chegou pular, logo em seguida desligou o som, e foi para dentro de casa. Daí em diante só se ouviu uma discissão. Relatos dizem que os dois fizeram um aposta que era a seguinte, se o inter ganhasse, sua mulher, que era gremista, viraria colorada e vice e versa.
No domingo, o casal, muito tenso e confiante, foi para a bilheteria do estádio para comprar os ingressos. Em clima de provocação, um grupo de torcedores do Grêmio passou por eles.
Eis que a hora do jogo chegou, e o casal se dividiu entre as torcidas. Rubens, muito confiante, e Janete, torcendo como nunca. Os times entram em campo. Lado a lado, a torcida vibrava e cantava o hino nacional. Sorte deles que Vanusa não estava presente. Já no comecinho do jogo, fata marcada a favor do Internacional e a torcida pede Andrezinho para a cobrança. Ele se aproxima da bola, chuta com efeito e é Goooool! O Internacional abre o placar e Rubens comemora como um louco, apartir daí o jogo fica mais truncado, ficando no 1 x 0 até o intervalo. Aproveitando a parada, Rubens vai até a divisória que separa as duas torcidas, e grita para Janete:
- Janete o que você está fazendo na torcida errada? Há, há, há !
A situação que Janete se encontrava era desesperadora, com as mão na cabeça desesperada, mas no começo do segundo tempo é surpreendida com os contra-ataques de ambos os times. Sua adrenalina subia radicalmente. Era bola na trave, gol perdido, pênalti anulado. Aos 40 minutos do 2º tempo, todos achavam que tudo estava ganho, ou melhor, definido, mas, derrepente, Borges é derrubado na área e é marcado o pênalt para o Grêmio. Quem bate? Douglas é o escolhido. Ele corre para a bola, faz paradinha, o goleiro caí para um lado e ele da um toque sutil para o fundo da rede, e o Grêmio empata o jogo, a torcida vibra muito, faz a avalanche, e a Janete feliz da vida e ao mesmo tempo aliviada. O jogo finalmente acaba e o resultado final é de 1x1. E a aposta, como fica?
Chegando em casa o casal todo ofegante lembra da aposta automaticamente e discute:
- Rubens, acho que ficamos kits”!
- Kits uma ova, vamos dividir as camisetas. Um lado Inter e o outro Grêmio.
Dessa história o casal tirou uma conclusão: que os opostos, realmente se atraem.
quarta-feira, 9 de junho de 2010
Como se comunicar com formigas.
Eu vou começar pelo fim, pois isso é um grande sonho meu. Desculpe caro leitor pelo meu modo peculiar de começar meu texto, mas enfim, ele morreu. Vamos para o meio da história.
Diariamente eu vejo muitos insetos na escola, tenho vontade de matar a maioria, acho que sou um pouco exagerada com essas coisas.
Um dia, na escola, mas precisamente no intervalo, eu pensei (ou melhor, imaginei) se as formigas eram tão organizadas quanto pareciam, porque sinceramente deve ser uma gritaria lá no formigueiro:
- Eu não queria essa folha!
- A mais verde é minha!
O que acontece quando matamos várias delas?
Um enterro? Opa! Seria ótimo ver o velório de uma formiga.
- Ele era tão jovem – diz uma formiga rechonchuda.
- Ele saiu meio magro na foto – diz uma formiga vestido de soldado.
- Ele usava dorgas – responde outro.
- Dorga?
- É.
- O que é isso?
- Manolo, dorgas é um ... “enegético”.
- De que tipo?
- Tipo A.
- Aaaaaa...
Logo fiquei deprimida demais com o velório e pense em uma novela mexicana dramatizada por formigas.
- Eu sou a verdadeira Paola Bracho!
Desculpem-me de novo, me empolguei com a situação.
- Oh querido lute e volte por mim!
- Lógico, por você – eles se beijam. Pessoal, formigas se beijando é nojento.
Eu imaginei a formiga lutando e o sinal tocou (já disse como odeio o sinal? Não? Odeio o sinal!)
Na hora em que levantei, descobri que havia, acidentalmente, matado uma formiga. O débil pensamento que a recém falecida formiga, devia ser o par da outra formiga, que agora era viúva passou por mim, mas logo eu retomei consciência e pensei descaradamente: Insetos são nojentos.
Autora: Elisandra Leite de Souza.
Aluna do I.E.E Cristovão de Mendoza, do 1º ano, turma 2.101.
Eu vou começar pelo fim, pois isso é um grande sonho meu. Desculpe caro leitor pelo meu modo peculiar de começar meu texto, mas enfim, ele morreu. Vamos para o meio da história.
Diariamente eu vejo muitos insetos na escola, tenho vontade de matar a maioria, acho que sou um pouco exagerada com essas coisas.
Um dia, na escola, mas precisamente no intervalo, eu pensei (ou melhor, imaginei) se as formigas eram tão organizadas quanto pareciam, porque sinceramente deve ser uma gritaria lá no formigueiro:
- Eu não queria essa folha!
- A mais verde é minha!
O que acontece quando matamos várias delas?
Um enterro? Opa! Seria ótimo ver o velório de uma formiga.
- Ele era tão jovem – diz uma formiga rechonchuda.
- Ele saiu meio magro na foto – diz uma formiga vestido de soldado.
- Ele usava dorgas – responde outro.
- Dorga?
- É.
- O que é isso?
- Manolo, dorgas é um ... “enegético”.
- De que tipo?
- Tipo A.
- Aaaaaa...
Logo fiquei deprimida demais com o velório e pense em uma novela mexicana dramatizada por formigas.
- Eu sou a verdadeira Paola Bracho!
Desculpem-me de novo, me empolguei com a situação.
- Oh querido lute e volte por mim!
- Lógico, por você – eles se beijam. Pessoal, formigas se beijando é nojento.
Eu imaginei a formiga lutando e o sinal tocou (já disse como odeio o sinal? Não? Odeio o sinal!)
Na hora em que levantei, descobri que havia, acidentalmente, matado uma formiga. O débil pensamento que a recém falecida formiga, devia ser o par da outra formiga, que agora era viúva passou por mim, mas logo eu retomei consciência e pensei descaradamente: Insetos são nojentos.
Autora: Elisandra Leite de Souza.
Aluna do I.E.E Cristovão de Mendoza, do 1º ano, turma 2.101.
Texto do aluno Robson (Cristóvão)
Traição sem desconfianças
Tudo aconteceu no ano de 2008. João andava na rua e notou um movimento estranho na porta de sua casa.
Resolveu apressar-se para chegar lá. Ao entrar notou que havia um barulho estranho, mas ouviu alguns comentários indesejados feito por pessoas que estavam no pátio de sua casa.
Acostumado a chegar em casa e ver seus filhos brincando, gritando e se divertindo, não foi o que ele encontrou aquele dia.
Subiu no seu quarto, que ficava no segundo andar de sua casa, escutou um barulhinho e resolveu ver o que era.
Abriu a porta do quarto e viu sua mulher que estava toda arrumada sensualmente, perguntou:
-Tudo isso é pra mim?
Ela deu uma resposta não convencente:
-éééh?!?
Logo pergunto onde estavam seus filhos, e ela respondeu:
-Estão na casa da mamãe.
Então João aproveitou que seus filhos estavam com sua sogra e levou sua mulher para jantar,naquele dia não desconfiou de nada.
Tudo parecia uma surpresa.
No outro dia, João chegou em casa e sua mulher estava diferente, como que tinha algum interesse.
Logo pediu:
-Preciso de dinheiro!
João, como não havia recebido seu salário logo foi dizendo:
-Não recebi, não tenho nada no momento.
Passou uma semana e de novo seus filhos não estavam em casa e sua mulher arrumada sensualmente.
João subiu no seu quarto para trocar de roupa, abriu a porta do guarda-roupa, e viu que havia um homem lá, e o homem perguntou:
-Óh meu rei aqui é uma cabine telefônica? Preciso fazer uma ligação. Sou turista, vim da Bahia.
João ficou tão feliz com presença de um baiano em sua casa que nem notou que era o amante de sua mulher.
Os amigos de João viviam dizendo que sua mulher lhe traía, mas João afastou-se de seus amigos e não deu ouvido a eles achando que estavam interessados em sua mulher.
Passando dias, João resolveu sair mais cedo de seu trabalho querendo fazer uma surpresa para sua mulher.
Chegou em casa, foi até a porta de seu quarto e escutou u barulho estranho, abriu a porta e viu que sua mulher estava na cama com outro homem, imediatamente pegou seu filhos e suas roupas e resolveu ir para casa de sua mãe.
Passou alguns anos e João se apaixonou por outra mulher, mas essa o amava. Com tudo isso, João concluiu que devemos acreditar em quem nos ama.
Tudo aconteceu no ano de 2008. João andava na rua e notou um movimento estranho na porta de sua casa.
Resolveu apressar-se para chegar lá. Ao entrar notou que havia um barulho estranho, mas ouviu alguns comentários indesejados feito por pessoas que estavam no pátio de sua casa.
Acostumado a chegar em casa e ver seus filhos brincando, gritando e se divertindo, não foi o que ele encontrou aquele dia.
Subiu no seu quarto, que ficava no segundo andar de sua casa, escutou um barulhinho e resolveu ver o que era.
Abriu a porta do quarto e viu sua mulher que estava toda arrumada sensualmente, perguntou:
-Tudo isso é pra mim?
Ela deu uma resposta não convencente:
-éééh?!?
Logo pergunto onde estavam seus filhos, e ela respondeu:
-Estão na casa da mamãe.
Então João aproveitou que seus filhos estavam com sua sogra e levou sua mulher para jantar,naquele dia não desconfiou de nada.
Tudo parecia uma surpresa.
No outro dia, João chegou em casa e sua mulher estava diferente, como que tinha algum interesse.
Logo pediu:
-Preciso de dinheiro!
João, como não havia recebido seu salário logo foi dizendo:
-Não recebi, não tenho nada no momento.
Passou uma semana e de novo seus filhos não estavam em casa e sua mulher arrumada sensualmente.
João subiu no seu quarto para trocar de roupa, abriu a porta do guarda-roupa, e viu que havia um homem lá, e o homem perguntou:
-Óh meu rei aqui é uma cabine telefônica? Preciso fazer uma ligação. Sou turista, vim da Bahia.
João ficou tão feliz com presença de um baiano em sua casa que nem notou que era o amante de sua mulher.
Os amigos de João viviam dizendo que sua mulher lhe traía, mas João afastou-se de seus amigos e não deu ouvido a eles achando que estavam interessados em sua mulher.
Passando dias, João resolveu sair mais cedo de seu trabalho querendo fazer uma surpresa para sua mulher.
Chegou em casa, foi até a porta de seu quarto e escutou u barulho estranho, abriu a porta e viu que sua mulher estava na cama com outro homem, imediatamente pegou seu filhos e suas roupas e resolveu ir para casa de sua mãe.
Passou alguns anos e João se apaixonou por outra mulher, mas essa o amava. Com tudo isso, João concluiu que devemos acreditar em quem nos ama.
Texto da aluna Gabriella
Depende de todos nós
Estudar, trabalhar, brincar de pic-esconde pega-pega, ovo choco, e brincadeiras que ela mesma inventava. Tudo isso se transformava em uma rotina para Cláudia. Todos os dias ela acordava ás seis da manhã, tomava café, banhava-se com água bem quente que sua mãe mesma preparava porque não tinham chuveiro em casa. Depois ir á escola e encontrar suas amigas,voltar para casa e fazer as brincadeiras combinadas com todos seus amigos e amigas .Era a vida que Cláudia levava,e mesmo surgindo muitas dificuldades ela lutava sempre.Sua mãe era bem como ela e queria que existisse um modo mais prático para viver a vida,uma coisa que facilitasse a vida delas.
O tempo passou, e hoje Cláudia olha para trás e percebe que tudo mudou. Agora ela trabalhava como secretária,vive muito melhor do que vivia antes.Agora,tinha uma filha que não brincava das mesmas brincadeiras que Cláudia brincava quando era pequena,agora era apenas MSN,Orkut,Vídeo Games etc. Cláudia ficava ema casa a maior parte do tempo,mas quando chegava do trabalho ia direto para a janela olhar a “bela” vista de sua janela.Quando olhava a paisagem da janela de sua antiga casa vias se árvores,animais,pássaros á cantar,crianças á brincar...Agora olhava pela janela de sua casa e via fábricas,prédios,carros,casas muito poucas.Agora ela chora por ter sonhado com uma vida mais eletrônica,mais facilitada,ela percebe o quanto isso fez mal para o planeta,para as pessoas para a natureza.Cláudia têm consciência da poluição que a tecnologia tem causado ao mundo de hoje.Quando ela olha a cidade vê fábricas que produzem tudo o que ela mais queria,o que sonhava,coisas que facilitassem a vida dela.Mas,ela se arrepende de ter desejado tudo isso,ela jamais imaginaria que tudo o que facilitara,dificultara também.
O ar limpo que se tornou apenas respirável, a camada de ozônio que estava intacta agora e um dos nossos maiores problemas, rios que transbordam a toda hora e chuvas que causam enchentes. Tudo se une e transformam-se em arrependimentos que Cláudia têm.Aliás,ela,como todo ser humano do planeta.
Logo depois,saiu da janela e foi fazer um lanche.Pegou uma xícara que colocou o resto de leite que havia na caixinha.Estava prestes a jogar a caixinha no lixo onde jogava restos de comidas,mas pensou melhor e lembrou-se da necessidade de responsabilidade pelo planeta,então fez um novo lixo para plásticos,um para papeis e outro para orgânicos.Então pensou:
-Se cada um fizer a sua parte o mundo pode melhorar!O planeta é a nossa casa e devemos cuidar dela como tal.
Depois de refletir muito sobre isso, Cláudia foi passear com sua filha. A pé.
Estudar, trabalhar, brincar de pic-esconde pega-pega, ovo choco, e brincadeiras que ela mesma inventava. Tudo isso se transformava em uma rotina para Cláudia. Todos os dias ela acordava ás seis da manhã, tomava café, banhava-se com água bem quente que sua mãe mesma preparava porque não tinham chuveiro em casa. Depois ir á escola e encontrar suas amigas,voltar para casa e fazer as brincadeiras combinadas com todos seus amigos e amigas .Era a vida que Cláudia levava,e mesmo surgindo muitas dificuldades ela lutava sempre.Sua mãe era bem como ela e queria que existisse um modo mais prático para viver a vida,uma coisa que facilitasse a vida delas.
O tempo passou, e hoje Cláudia olha para trás e percebe que tudo mudou. Agora ela trabalhava como secretária,vive muito melhor do que vivia antes.Agora,tinha uma filha que não brincava das mesmas brincadeiras que Cláudia brincava quando era pequena,agora era apenas MSN,Orkut,Vídeo Games etc. Cláudia ficava ema casa a maior parte do tempo,mas quando chegava do trabalho ia direto para a janela olhar a “bela” vista de sua janela.Quando olhava a paisagem da janela de sua antiga casa vias se árvores,animais,pássaros á cantar,crianças á brincar...Agora olhava pela janela de sua casa e via fábricas,prédios,carros,casas muito poucas.Agora ela chora por ter sonhado com uma vida mais eletrônica,mais facilitada,ela percebe o quanto isso fez mal para o planeta,para as pessoas para a natureza.Cláudia têm consciência da poluição que a tecnologia tem causado ao mundo de hoje.Quando ela olha a cidade vê fábricas que produzem tudo o que ela mais queria,o que sonhava,coisas que facilitassem a vida dela.Mas,ela se arrepende de ter desejado tudo isso,ela jamais imaginaria que tudo o que facilitara,dificultara também.
O ar limpo que se tornou apenas respirável, a camada de ozônio que estava intacta agora e um dos nossos maiores problemas, rios que transbordam a toda hora e chuvas que causam enchentes. Tudo se une e transformam-se em arrependimentos que Cláudia têm.Aliás,ela,como todo ser humano do planeta.
Logo depois,saiu da janela e foi fazer um lanche.Pegou uma xícara que colocou o resto de leite que havia na caixinha.Estava prestes a jogar a caixinha no lixo onde jogava restos de comidas,mas pensou melhor e lembrou-se da necessidade de responsabilidade pelo planeta,então fez um novo lixo para plásticos,um para papeis e outro para orgânicos.Então pensou:
-Se cada um fizer a sua parte o mundo pode melhorar!O planeta é a nossa casa e devemos cuidar dela como tal.
Depois de refletir muito sobre isso, Cláudia foi passear com sua filha. A pé.
Texto da aluna Francyane (Cristóvão)
Namorar X Ficar
Pra quem não sabe o “ficar” é um ato executado por muitos jovens na atualidade. Acontece quando dois jovens se beijam sem ter amor nenhum pelo outro. Antigamente não se ficava e sim namorava.
O “ficar” era substituído pelas paqueras, chamados flertes.
Primeiro se flertava, depois ficavam amigos e depois se namoravam.
Jéssica ficou sabendo dessa “diferença”, através dos conselhos de sua mãe.
Aos 12 anos, entrando na pré-adolescência e buscando paixões, amores e novas experiências, Jéssica conversava com suas amigas sobre um colega novo, bonitinho e legal.
Após tanto falar no tal colega, Jéssica se apaixonou. E queria ficar com ele, então pediu a Amanda, sua amiga, para que ela falasse com ele.
Amanda falou com Emerson e ele disse sim. Começaram a ficar e ficar até que Jéssica passou a amá-lo.
Depois de conquistá-la, não quis mais ela e ela ficou sofrendo. Vendo assim que ele só era bonito, e que, na verdade, não passava de um conquistador barato.
Chegou triste em casa, com muito mau humor, brigou com sua irmã, foi pro quarto e bateu a porta.
Sua mãe notou seu comportamento e foi ver oque tinha acontecido.
Jéssica enrolou, enrolou, mas acabou contando, o que aconteceu, aos prantos.
Sua mãe na tentativa de acalmá-la, lhe falou:
-Filha!O primeiro amor é sempre sofrido. Mas isso só tem acontecido depois que surgiu essa história de “ficar”. Antigamente não existia falso amor, e esse era o sentimento mais lindo que existia. Eu e seu pai, por exemplo, éramos vizinhos, nos tornamos grandes amigos, começamos a namorar e estamos juntos ate hoje, e já se passarão 14 anos.
Mas isso só aconteceu porque não apressamos as coisas, ou seja, não saímos logo “Ficando”, primeiro nos conhecemos pra depois não nos decepcionarmos.
Depois de ouvir essa historia, Jessica se acalmou e decidiu dar tempo ao tempo e esperar seu verdadeiro amor, ela pensava: Bom, se deu certo com minha mãe, pode dar certo comigo também.
-Obrigada!Vou contar isso as minhas amigas, assim elas poderão “voltar no tempo” junto comigo e não sofrer com o primeiro amor!
Pra quem não sabe o “ficar” é um ato executado por muitos jovens na atualidade. Acontece quando dois jovens se beijam sem ter amor nenhum pelo outro. Antigamente não se ficava e sim namorava.
O “ficar” era substituído pelas paqueras, chamados flertes.
Primeiro se flertava, depois ficavam amigos e depois se namoravam.
Jéssica ficou sabendo dessa “diferença”, através dos conselhos de sua mãe.
Aos 12 anos, entrando na pré-adolescência e buscando paixões, amores e novas experiências, Jéssica conversava com suas amigas sobre um colega novo, bonitinho e legal.
Após tanto falar no tal colega, Jéssica se apaixonou. E queria ficar com ele, então pediu a Amanda, sua amiga, para que ela falasse com ele.
Amanda falou com Emerson e ele disse sim. Começaram a ficar e ficar até que Jéssica passou a amá-lo.
Depois de conquistá-la, não quis mais ela e ela ficou sofrendo. Vendo assim que ele só era bonito, e que, na verdade, não passava de um conquistador barato.
Chegou triste em casa, com muito mau humor, brigou com sua irmã, foi pro quarto e bateu a porta.
Sua mãe notou seu comportamento e foi ver oque tinha acontecido.
Jéssica enrolou, enrolou, mas acabou contando, o que aconteceu, aos prantos.
Sua mãe na tentativa de acalmá-la, lhe falou:
-Filha!O primeiro amor é sempre sofrido. Mas isso só tem acontecido depois que surgiu essa história de “ficar”. Antigamente não existia falso amor, e esse era o sentimento mais lindo que existia. Eu e seu pai, por exemplo, éramos vizinhos, nos tornamos grandes amigos, começamos a namorar e estamos juntos ate hoje, e já se passarão 14 anos.
Mas isso só aconteceu porque não apressamos as coisas, ou seja, não saímos logo “Ficando”, primeiro nos conhecemos pra depois não nos decepcionarmos.
Depois de ouvir essa historia, Jessica se acalmou e decidiu dar tempo ao tempo e esperar seu verdadeiro amor, ela pensava: Bom, se deu certo com minha mãe, pode dar certo comigo também.
-Obrigada!Vou contar isso as minhas amigas, assim elas poderão “voltar no tempo” junto comigo e não sofrer com o primeiro amor!
Texto da aluna Nadine (Cristóvão)
O Parque
Os parques de diversões que fui era desses itinerantes, desses que ficam por um tempo e depois se deslocam para outro lugar.
Viajar assim, passando e conhecendo várias cidades que nunca imaginara, deve se r muito interessante.
Fico a imaginar as pessoas que fazem parte de vida do parque, sempre com o pé na estrada, não criam raízes em lugar algum.
Ao olhar para suas faces, percebi que algumas expressavam saudade, pois devem ter deixado familiares, amores, amigos nos lugares que passam. Outras cansadas, entediadas, até algumas satisfeitas e felizes por estarem ali.
Conheci Érica, que sempre esta viajando com o parque. Conversamos sobre muitas coisas do parque, boas e ruins. Perguntei a ela:
- Como tu fazes para lidar com a saudade e as viagens?
- Na verdade, nem sei, pois, no começo, fiquei muito entusiasmada em pensar que viajaria para muitos lugares, mas logo pensei que iria ter de largar muitas coisas para seguir essa vida.
-Tu te arrependes de ter feito isso? Estás feliz?
- Não, de jeito nenhum. Estou muito feliz por estar aqui, pois tenho muitos amigos que trabalham e viajam comigo.
Logo ela teve de ir, pois tinha muito trabalho, então fui conhecer um pouco de tudo.
Trocamos e-mail e mantemos contato e ela me fala que a vida não esta fácil, mas é isso que ela gosta.
Os parques de diversões que fui era desses itinerantes, desses que ficam por um tempo e depois se deslocam para outro lugar.
Viajar assim, passando e conhecendo várias cidades que nunca imaginara, deve se r muito interessante.
Fico a imaginar as pessoas que fazem parte de vida do parque, sempre com o pé na estrada, não criam raízes em lugar algum.
Ao olhar para suas faces, percebi que algumas expressavam saudade, pois devem ter deixado familiares, amores, amigos nos lugares que passam. Outras cansadas, entediadas, até algumas satisfeitas e felizes por estarem ali.
Conheci Érica, que sempre esta viajando com o parque. Conversamos sobre muitas coisas do parque, boas e ruins. Perguntei a ela:
- Como tu fazes para lidar com a saudade e as viagens?
- Na verdade, nem sei, pois, no começo, fiquei muito entusiasmada em pensar que viajaria para muitos lugares, mas logo pensei que iria ter de largar muitas coisas para seguir essa vida.
-Tu te arrependes de ter feito isso? Estás feliz?
- Não, de jeito nenhum. Estou muito feliz por estar aqui, pois tenho muitos amigos que trabalham e viajam comigo.
Logo ela teve de ir, pois tinha muito trabalho, então fui conhecer um pouco de tudo.
Trocamos e-mail e mantemos contato e ela me fala que a vida não esta fácil, mas é isso que ela gosta.
Na batida certa
João era dançarino conhecido em sua cidade, mas, às vezes, se tornava chato com suas músicas altas que colocava para ensaiar.
Um dia um vizinho irritado com o som gritou:
- Seu chato, abaixa esse som!
João também se irritou e gritou:
- Seu panaca! Quem ta escutando o som, sou eu, então vai dormir.
A partir daí começou um bate boca que foi noite adentro.
Até que Marta, esposa de João incomoda, se levantou da cama e foi até a porta da cozinha e chamou o vizinho para ir a sua casa, conversarem Marta colocou os dois sentados, lado à lado e disse:
- Que tal combinarmos uma coisa para vocês pararem de brigar, então vocês topam me escutar?
Os dois concordaram.
Marta pediu que João parasse de escutar música alta à noite e o vizinho teria de freqüentar uma aula de música.
O vizinho disse:
- Não, eu não irei escutar estas músicas chatas!
E João disse:
- E eu, magina que irei parar de ensaiar, nunca.
Mas de tanto Marta falar, os convenceu de aceitar a proposta.
João chamou o vizinho para escutarem uma música juntos. Eles escutaram e o vizinho disse que gostaria de aprender.
João o ensinou e parou de ensaiar as músicas altas à noite.
Hoje os dois tocam juntos e é Marta que quase morre, gritando para os dois irem dormir.
Aluna: Ingrid Patrícia
João era dançarino conhecido em sua cidade, mas, às vezes, se tornava chato com suas músicas altas que colocava para ensaiar.
Um dia um vizinho irritado com o som gritou:
- Seu chato, abaixa esse som!
João também se irritou e gritou:
- Seu panaca! Quem ta escutando o som, sou eu, então vai dormir.
A partir daí começou um bate boca que foi noite adentro.
Até que Marta, esposa de João incomoda, se levantou da cama e foi até a porta da cozinha e chamou o vizinho para ir a sua casa, conversarem Marta colocou os dois sentados, lado à lado e disse:
- Que tal combinarmos uma coisa para vocês pararem de brigar, então vocês topam me escutar?
Os dois concordaram.
Marta pediu que João parasse de escutar música alta à noite e o vizinho teria de freqüentar uma aula de música.
O vizinho disse:
- Não, eu não irei escutar estas músicas chatas!
E João disse:
- E eu, magina que irei parar de ensaiar, nunca.
Mas de tanto Marta falar, os convenceu de aceitar a proposta.
João chamou o vizinho para escutarem uma música juntos. Eles escutaram e o vizinho disse que gostaria de aprender.
João o ensinou e parou de ensaiar as músicas altas à noite.
Hoje os dois tocam juntos e é Marta que quase morre, gritando para os dois irem dormir.
Aluna: Ingrid Patrícia
Texto do aluno Leonardo Pinheiro (Cristóvão de Mendoza)
O menino e a cadeira
Mal o pai colocou o papel na máquina, o menino começou a empurrar uma cadeira pela sala, fazendo um barulho infernal.
Para com esse barulho, meu filho – falou, sem se voltar.
Com três anos já sabia como reagir como homem ao impacto das grandes injustiças paternas: não estava fazendo barulho, estava só empurrando uma cadeira.
Pois então para de empurrar a cadeira.
Eu vou embora – foi a resposta.
Distraído o pai não reparou que ele juntava ação as palavras no ato de juntar do chão suas coisinhas, enrolado-as num pedaço de pano. Era sua bagagem: um caminhão de plástico com apenas Três rodinhas restos de biscoitos, uma chave (onde meteram à chave a dispensa? – a mãe mais tarde ira dizer) metade de uma tesourinha enferrujada, sua única arma para a grande aventura, um botão amarado num barbante.
A coluna que baixou então na sala era vagamente inquietante. De repente, o pai olhou a redor e não viu o menino. Deu com a porta da rua aberta, correu até o portão:
- viu um menino saindo desta casa? – gritou para o operário que descansava durante de uma obra do outro lado da rua, sentando num velho banco.
- saiu agora mesmo com uma tesourinha – informou ele
Correu até a esquina e teve tempo de vê-lo longe caminhando cabisbaixo ao longo do muro. A trouxe arrastada no chão, ia deixando pelo caminho alguns de seus pertences o botão, o pedaço de biscoito e – saíra de casa prevenindo
- uma moeda de 1 cruzeiro. Chamou-o mais ele apertou o passinho, abriu a correr à Avenida como disposto a atirar-se diante do ônibus que surgia a distancia.
Meu filho cuidado! O ônibus deu uma freada brusca, uma guinada para a esquerda, os pneus cantaram no asfalto. O menino, assustado com o braço como um animalzinho:
- Que susto você me passou meu filho – e apertou-o contra o peito, comovido.
- deixa eu descer papai. Você esta me machucando.
Irresoluto, o papai pensava agora se não seria o vaso de lhe dar umas palmadas.
Trouxe para a casa e largou novamente na sala – tendo antes o cuidado de fechar a porta da rua e retirar a chave, como ele fizera com a da dispensa.
- fiquei ai quietinho, esta ouvindo? Papai esta trabalhando – ficou, mas vou empurrar esta cadeira e o barulho recomeçou.
Mal o pai colocou o papel na máquina, o menino começou a empurrar uma cadeira pela sala, fazendo um barulho infernal.
Para com esse barulho, meu filho – falou, sem se voltar.
Com três anos já sabia como reagir como homem ao impacto das grandes injustiças paternas: não estava fazendo barulho, estava só empurrando uma cadeira.
Pois então para de empurrar a cadeira.
Eu vou embora – foi a resposta.
Distraído o pai não reparou que ele juntava ação as palavras no ato de juntar do chão suas coisinhas, enrolado-as num pedaço de pano. Era sua bagagem: um caminhão de plástico com apenas Três rodinhas restos de biscoitos, uma chave (onde meteram à chave a dispensa? – a mãe mais tarde ira dizer) metade de uma tesourinha enferrujada, sua única arma para a grande aventura, um botão amarado num barbante.
A coluna que baixou então na sala era vagamente inquietante. De repente, o pai olhou a redor e não viu o menino. Deu com a porta da rua aberta, correu até o portão:
- viu um menino saindo desta casa? – gritou para o operário que descansava durante de uma obra do outro lado da rua, sentando num velho banco.
- saiu agora mesmo com uma tesourinha – informou ele
Correu até a esquina e teve tempo de vê-lo longe caminhando cabisbaixo ao longo do muro. A trouxe arrastada no chão, ia deixando pelo caminho alguns de seus pertences o botão, o pedaço de biscoito e – saíra de casa prevenindo
- uma moeda de 1 cruzeiro. Chamou-o mais ele apertou o passinho, abriu a correr à Avenida como disposto a atirar-se diante do ônibus que surgia a distancia.
Meu filho cuidado! O ônibus deu uma freada brusca, uma guinada para a esquerda, os pneus cantaram no asfalto. O menino, assustado com o braço como um animalzinho:
- Que susto você me passou meu filho – e apertou-o contra o peito, comovido.
- deixa eu descer papai. Você esta me machucando.
Irresoluto, o papai pensava agora se não seria o vaso de lhe dar umas palmadas.
Trouxe para a casa e largou novamente na sala – tendo antes o cuidado de fechar a porta da rua e retirar a chave, como ele fizera com a da dispensa.
- fiquei ai quietinho, esta ouvindo? Papai esta trabalhando – ficou, mas vou empurrar esta cadeira e o barulho recomeçou.
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