Ei Eminem!!
Como que tá aí na banda?
Aqui tem muito pagode e muito samba
Aqui tem muita gente decente e muito honesta
Mas também rola muita festa
Aqui tem muita cultura
Também tem gente de alma pura
Também tem muita mulher bonita
Até já peguei uma tal de Anita
Mas mudando de assunto
Por aqui eu vi muito absurdo
Como por exemplo
Tem muito político sem bom senso
Sem amor no coração
Que anda de terno, mas afundado na corrupção
Mas até que tá tri
Muito parceiro eu fiz por aqui
Mas quando eu decidir voltar
Irei melhor te explicar
O que eu aprontei por aqui
Valeu, cuida de tudo por aí!
domingo, 27 de junho de 2010
segunda-feira, 21 de junho de 2010
quarta-feira, 16 de junho de 2010
Texto da aluna Gabriella Fernandes (Cristóvão)
Vida x destruição
Nós estamos vivendo na era da poluição, aquecimento global, terremotos, enchentes, deslizamentos, desmatamento e entre outros. Não percebemos que todas essas coisas irão destruir o planeta.
Com os lixos jogados no chão, as queimadas e fumaças liberadas por carros e fábricas vão fazer com que a camada de ozônio fica aos poucos mais fina permitindo que os raios ultravioletas cheguem a terra causando vários danos prejudicando o lugar onde moramos e a nossa saúde.
Caso isso continue, a água vai acabar o ar ficará tão poluído que não conseguiremos respirar e já está acontecendo, mas os terremotos ficarão piores fazendo com que o planeta acabe e a raça humana fique extinta.
Nós estamos vivendo na era da poluição, aquecimento global, terremotos, enchentes, deslizamentos, desmatamento e entre outros. Não percebemos que todas essas coisas irão destruir o planeta.
Com os lixos jogados no chão, as queimadas e fumaças liberadas por carros e fábricas vão fazer com que a camada de ozônio fica aos poucos mais fina permitindo que os raios ultravioletas cheguem a terra causando vários danos prejudicando o lugar onde moramos e a nossa saúde.
Caso isso continue, a água vai acabar o ar ficará tão poluído que não conseguiremos respirar e já está acontecendo, mas os terremotos ficarão piores fazendo com que o planeta acabe e a raça humana fique extinta.
Texto da aluna Fabrícia Hoffmam (Cristóvão)
Psicologia
Vou falar de um assunto meio complicado, sou psicóloga. Tudo começa em uma noite em que estava, voltando de meu emprego. Passei em frente de uma casa e ouvi uma discussão.
Na manhã seguinte, quando eu estava na parada para pegar o ônibus, o casal lá estava, a mulher era simpática, mas com um ar “triste” e seu marido, parecia estar com ódio de algo.
Olhei para eles, dei um sorriso dizendo:
- bom dia, tudo bem?
Somente ela responde:
- bom dia. E seu marido, tomou conta do assunto dizendo:
- Ela está muito bem! Nunca esteve melhor!
No mesmo momento sua esposa, no meio da rua, baixou a cabeça e calou-se.
De repente, os dois se olharam, e começou tudo novamente.
- Não sei, não fui eu! Diz a mulher, enquanto seu marido tentava agredi-la
Eu, fiquei constrangida com aquela cena, mas disse:
- Calma, vamos conversar, se não quiserem conversar aqui, vamos até meu consultório, e passei para eles o numero de lá.
Passaram- se duas semanas e o casal ligou, agendando uma consulta.
-Boa tarde, entrem!
Eles entraram, Vinicius estava muito nervoso, e foi logo dizendo:
-Moça, me ajude! Preciso de um tratamento!
Minutos depois, conversa vai e conversa vem, achei melhor encaminhá-lo para uma clinica de tratamento.
Assim, foi feito, tudo se esclareceu!
Conclusão: devemos deixar o orgulho de lado, e devemos procurar ajuda independentemente do problema!
Autora : Fabrícia Chaves Hoffmam
Aluna do I.E.E. Cristóvão de Mendoza , 1º ano, turma 2101
Vou falar de um assunto meio complicado, sou psicóloga. Tudo começa em uma noite em que estava, voltando de meu emprego. Passei em frente de uma casa e ouvi uma discussão.
Na manhã seguinte, quando eu estava na parada para pegar o ônibus, o casal lá estava, a mulher era simpática, mas com um ar “triste” e seu marido, parecia estar com ódio de algo.
Olhei para eles, dei um sorriso dizendo:
- bom dia, tudo bem?
Somente ela responde:
- bom dia. E seu marido, tomou conta do assunto dizendo:
- Ela está muito bem! Nunca esteve melhor!
No mesmo momento sua esposa, no meio da rua, baixou a cabeça e calou-se.
De repente, os dois se olharam, e começou tudo novamente.
- Não sei, não fui eu! Diz a mulher, enquanto seu marido tentava agredi-la
Eu, fiquei constrangida com aquela cena, mas disse:
- Calma, vamos conversar, se não quiserem conversar aqui, vamos até meu consultório, e passei para eles o numero de lá.
Passaram- se duas semanas e o casal ligou, agendando uma consulta.
-Boa tarde, entrem!
Eles entraram, Vinicius estava muito nervoso, e foi logo dizendo:
-Moça, me ajude! Preciso de um tratamento!
Minutos depois, conversa vai e conversa vem, achei melhor encaminhá-lo para uma clinica de tratamento.
Assim, foi feito, tudo se esclareceu!
Conclusão: devemos deixar o orgulho de lado, e devemos procurar ajuda independentemente do problema!
Autora : Fabrícia Chaves Hoffmam
Aluna do I.E.E. Cristóvão de Mendoza , 1º ano, turma 2101
Texto da aluna Letícia Pereira (Cristóvão)
Jonas Brothers
Ana e Ângela se conheceram na infância, cresceram juntas, praticamente como irmãs.
E na adolescência gostaram de várias coisas iguais, roupas, programa de TV e bandas.
Um dia Ângela comprou uma revista, e foi mostrar para Ana, e ela falou:
- Quem são esses feiosos.
- São os Jonas Brothers, e eles não são feios.
- Eu não gostei, são só um trio de emos com cara de tansos.
No outro dia Ângela começou a ver a história dos Jonas Brothers e se encantou, e colocou na frase do Orkut “I Love Jonas Brothers”.
Depois de alguns dias a Ana se tornou fã, e falou para Ângela:
- Eu os adoro!
- Eu também.
- Qual deles você gosta mais?
- Joe Jonas.
- Mas eu o conheci primeiro.
- E daí?
- Daí que eu sou mais fã.
Acabaram brigando por pessoas que nem sabem que elas existem.
Ângela, arrependida ligou para Ana e pediu desculpas, e falou que não iria acabar a amizade que construíram a tantos anos.
Disseram que, como eram amigas podiam gostar ou desgostar de quase de todas as coisas.
Ana e Ângela se conheceram na infância, cresceram juntas, praticamente como irmãs.
E na adolescência gostaram de várias coisas iguais, roupas, programa de TV e bandas.
Um dia Ângela comprou uma revista, e foi mostrar para Ana, e ela falou:
- Quem são esses feiosos.
- São os Jonas Brothers, e eles não são feios.
- Eu não gostei, são só um trio de emos com cara de tansos.
No outro dia Ângela começou a ver a história dos Jonas Brothers e se encantou, e colocou na frase do Orkut “I Love Jonas Brothers”.
Depois de alguns dias a Ana se tornou fã, e falou para Ângela:
- Eu os adoro!
- Eu também.
- Qual deles você gosta mais?
- Joe Jonas.
- Mas eu o conheci primeiro.
- E daí?
- Daí que eu sou mais fã.
Acabaram brigando por pessoas que nem sabem que elas existem.
Ângela, arrependida ligou para Ana e pediu desculpas, e falou que não iria acabar a amizade que construíram a tantos anos.
Disseram que, como eram amigas podiam gostar ou desgostar de quase de todas as coisas.
Texto da aluna Letícia Madruga (Cristóvão)
Loteria!
Certa vez uma mulher chamada Maria Helena estava se sentindo alegre,ela sempre estava
alegre,sempre de bem com a vida,sempre feliz com sua família.
Era um pessoa muito humilde com seu jeito simples de ser e de viver.
Um dia,ela atendeu ao telefone e recebeu a notícia que tinha ganhado na loteria.
Além da alegria que ele sentia ela começou a gritar:
- Eu Ganhei, eu ganhei...
- Estou rica !!!
A sua mãe,que estava com ela,disse:
- Calma... Tem certeza?
- Tenho...
No mesmo momento que ela desligou o telefone,ela arrumou-se e logo
Foi receber seu dinheiro na Caixa Econômica Federal.
A partir desse dia ela se tornou uma pessoa que sabe o que é estar de bem com a vida
Maria helena doou 50% do dinheiro para as crianças carentes,ela se sentiu como uma mulher
sabe o que é viver.Maria helena apesar de ser rica,continuou sendo aquela pessoa humilde com aquele seu jeito simples de se ver.
Certa vez uma mulher chamada Maria Helena estava se sentindo alegre,ela sempre estava
alegre,sempre de bem com a vida,sempre feliz com sua família.
Era um pessoa muito humilde com seu jeito simples de ser e de viver.
Um dia,ela atendeu ao telefone e recebeu a notícia que tinha ganhado na loteria.
Além da alegria que ele sentia ela começou a gritar:
- Eu Ganhei, eu ganhei...
- Estou rica !!!
A sua mãe,que estava com ela,disse:
- Calma... Tem certeza?
- Tenho...
No mesmo momento que ela desligou o telefone,ela arrumou-se e logo
Foi receber seu dinheiro na Caixa Econômica Federal.
A partir desse dia ela se tornou uma pessoa que sabe o que é estar de bem com a vida
Maria helena doou 50% do dinheiro para as crianças carentes,ela se sentiu como uma mulher
sabe o que é viver.Maria helena apesar de ser rica,continuou sendo aquela pessoa humilde com aquele seu jeito simples de se ver.
Texto do aluno Matheus Cruz (Cristóvão)
O Fusca Velho
Existia um fusca muito velho. Ninguém queria comprar,pois ele não andava e a lata estava estragada mas um dia um cara estava passando pela frente da garagem e olhou aquele fusca jogado, sujo lá num canto e ele era apaixonado por carros antigos e ele foi falar com o dono da garagem, chegando lá na porta do garagista chegou um guincho e entrou junto com ele para conversar com o garagista ,entrando lá ele falou com o Pedro dono da garagem estou interessado naquele fusca , qual é o preço e então Pedro falou, você deu sorte, pois esse fusca era do meu avô faz dez anos que está aqui na garagem e nunca ninguém se interessou por ele e hoje eu liguei para o guincho vim buscar o fusca eu ia vender para o ferro velho aqui perto por um preço muito baixo .
Então como Marcos o homem interessado pelo fusca não tinha muito dinheiro logo falou se você me vender esse fusca barato eu te compro. Pedro falou, então ta e o homem do guincho disse acho que posso ir embora né os dois falaram sim ,e logo Marcos voltou atrás e falou não primeiro deixe meu fusca na minha casa , pois agora esse fusca será meu .
E depois de meia hora assinando papel acabou o fusca é seu faça bom proveito disse Pedro e Marcos falou sim esse fusca vai virar uma nave .
Depois de alguns anos Marcos conseguiu juntar dinheiro para reformar o fusca , de tão elegante que ficou Marcos ficou famoso por causa da imprensa que achou ele num encontro de carros antigos onde apareceu na TV e ganhou patrocinadores de rodas , som , motor ,etc .
Matheus Cruz
Existia um fusca muito velho. Ninguém queria comprar,pois ele não andava e a lata estava estragada mas um dia um cara estava passando pela frente da garagem e olhou aquele fusca jogado, sujo lá num canto e ele era apaixonado por carros antigos e ele foi falar com o dono da garagem, chegando lá na porta do garagista chegou um guincho e entrou junto com ele para conversar com o garagista ,entrando lá ele falou com o Pedro dono da garagem estou interessado naquele fusca , qual é o preço e então Pedro falou, você deu sorte, pois esse fusca era do meu avô faz dez anos que está aqui na garagem e nunca ninguém se interessou por ele e hoje eu liguei para o guincho vim buscar o fusca eu ia vender para o ferro velho aqui perto por um preço muito baixo .
Então como Marcos o homem interessado pelo fusca não tinha muito dinheiro logo falou se você me vender esse fusca barato eu te compro. Pedro falou, então ta e o homem do guincho disse acho que posso ir embora né os dois falaram sim ,e logo Marcos voltou atrás e falou não primeiro deixe meu fusca na minha casa , pois agora esse fusca será meu .
E depois de meia hora assinando papel acabou o fusca é seu faça bom proveito disse Pedro e Marcos falou sim esse fusca vai virar uma nave .
Depois de alguns anos Marcos conseguiu juntar dinheiro para reformar o fusca , de tão elegante que ficou Marcos ficou famoso por causa da imprensa que achou ele num encontro de carros antigos onde apareceu na TV e ganhou patrocinadores de rodas , som , motor ,etc .
Matheus Cruz
Piada do aluno Gabriel Duarte (Cristóvão)
Droga de vida
Inventaram no Japão um novo estimulante sexual, no qual o cientista japonês falou à uma televisão brasileira em português.
- é um estimulante muito bom deixa elas calminhas, “diveltidas”, “amolosas”,podem limpar a casa depois de uma “bebedeila”sem “leclamar”de nada.Se chama “galtom”.
Mas o jornalista não entendeu o nome e perguntou como se chamava o estimulante, o cientista respondeu:
-Chama-se “galtom”, “galtom” de “clédito”.
Inventaram no Japão um novo estimulante sexual, no qual o cientista japonês falou à uma televisão brasileira em português.
- é um estimulante muito bom deixa elas calminhas, “diveltidas”, “amolosas”,podem limpar a casa depois de uma “bebedeila”sem “leclamar”de nada.Se chama “galtom”.
Mas o jornalista não entendeu o nome e perguntou como se chamava o estimulante, o cientista respondeu:
-Chama-se “galtom”, “galtom” de “clédito”.
Crônica do aluno Lucas Borges (Cristóvão)
Um inusitado clássico
Grenal
Sabe aquelas vésperas de Grenal, que você foca com TPJ (Tensão pré-jogo).Então, assim aconteceu com Rubens, meu vizinho fanático pelo Internacional. O sábado dele começou bem animado, acordando os vizinhos e pondo o hino do colorado no rádio de seu carro. Já vestido de vermelho e gritando loucamente, sua mulher Janete acordou irritada, e deu um berro que até quem não queria ouvir, ouviu:
- Rubens! Cale-se, ainda são 6:30 da manhã de sábado, eu quero descansar!.
Ele levou um susto tão grande que chegou pular, logo em seguida desligou o som, e foi para dentro de casa. Daí em diante só se ouviu uma discissão. Relatos dizem que os dois fizeram um aposta que era a seguinte, se o inter ganhasse, sua mulher, que era gremista, viraria colorada e vice e versa.
No domingo, o casal, muito tenso e confiante, foi para a bilheteria do estádio para comprar os ingressos. Em clima de provocação, um grupo de torcedores do Grêmio passou por eles.
Eis que a hora do jogo chegou, e o casal se dividiu entre as torcidas. Rubens, muito confiante, e Janete, torcendo como nunca. Os times entram em campo. Lado a lado, a torcida vibrava e cantava o hino nacional. Sorte deles que Vanusa não estava presente. Já no comecinho do jogo, fata marcada a favor do Internacional e a torcida pede Andrezinho para a cobrança. Ele se aproxima da bola, chuta com efeito e é Goooool! O Internacional abre o placar e Rubens comemora como um louco, apartir daí o jogo fica mais truncado, ficando no 1 x 0 até o intervalo. Aproveitando a parada, Rubens vai até a divisória que separa as duas torcidas, e grita para Janete:
- Janete o que você está fazendo na torcida errada? Há, há, há !
A situação que Janete se encontrava era desesperadora, com as mão na cabeça desesperada, mas no começo do segundo tempo é surpreendida com os contra-ataques de ambos os times. Sua adrenalina subia radicalmente. Era bola na trave, gol perdido, pênalti anulado. Aos 40 minutos do 2º tempo, todos achavam que tudo estava ganho, ou melhor, definido, mas, derrepente, Borges é derrubado na área e é marcado o pênalt para o Grêmio. Quem bate? Douglas é o escolhido. Ele corre para a bola, faz paradinha, o goleiro caí para um lado e ele da um toque sutil para o fundo da rede, e o Grêmio empata o jogo, a torcida vibra muito, faz a avalanche, e a Janete feliz da vida e ao mesmo tempo aliviada. O jogo finalmente acaba e o resultado final é de 1x1. E a aposta, como fica?
Chegando em casa o casal todo ofegante lembra da aposta automaticamente e discute:
- Rubens, acho que ficamos kits”!
- Kits uma ova, vamos dividir as camisetas. Um lado Inter e o outro Grêmio.
Dessa história o casal tirou uma conclusão: que os opostos, realmente se atraem.
Grenal
Sabe aquelas vésperas de Grenal, que você foca com TPJ (Tensão pré-jogo).Então, assim aconteceu com Rubens, meu vizinho fanático pelo Internacional. O sábado dele começou bem animado, acordando os vizinhos e pondo o hino do colorado no rádio de seu carro. Já vestido de vermelho e gritando loucamente, sua mulher Janete acordou irritada, e deu um berro que até quem não queria ouvir, ouviu:
- Rubens! Cale-se, ainda são 6:30 da manhã de sábado, eu quero descansar!.
Ele levou um susto tão grande que chegou pular, logo em seguida desligou o som, e foi para dentro de casa. Daí em diante só se ouviu uma discissão. Relatos dizem que os dois fizeram um aposta que era a seguinte, se o inter ganhasse, sua mulher, que era gremista, viraria colorada e vice e versa.
No domingo, o casal, muito tenso e confiante, foi para a bilheteria do estádio para comprar os ingressos. Em clima de provocação, um grupo de torcedores do Grêmio passou por eles.
Eis que a hora do jogo chegou, e o casal se dividiu entre as torcidas. Rubens, muito confiante, e Janete, torcendo como nunca. Os times entram em campo. Lado a lado, a torcida vibrava e cantava o hino nacional. Sorte deles que Vanusa não estava presente. Já no comecinho do jogo, fata marcada a favor do Internacional e a torcida pede Andrezinho para a cobrança. Ele se aproxima da bola, chuta com efeito e é Goooool! O Internacional abre o placar e Rubens comemora como um louco, apartir daí o jogo fica mais truncado, ficando no 1 x 0 até o intervalo. Aproveitando a parada, Rubens vai até a divisória que separa as duas torcidas, e grita para Janete:
- Janete o que você está fazendo na torcida errada? Há, há, há !
A situação que Janete se encontrava era desesperadora, com as mão na cabeça desesperada, mas no começo do segundo tempo é surpreendida com os contra-ataques de ambos os times. Sua adrenalina subia radicalmente. Era bola na trave, gol perdido, pênalti anulado. Aos 40 minutos do 2º tempo, todos achavam que tudo estava ganho, ou melhor, definido, mas, derrepente, Borges é derrubado na área e é marcado o pênalt para o Grêmio. Quem bate? Douglas é o escolhido. Ele corre para a bola, faz paradinha, o goleiro caí para um lado e ele da um toque sutil para o fundo da rede, e o Grêmio empata o jogo, a torcida vibra muito, faz a avalanche, e a Janete feliz da vida e ao mesmo tempo aliviada. O jogo finalmente acaba e o resultado final é de 1x1. E a aposta, como fica?
Chegando em casa o casal todo ofegante lembra da aposta automaticamente e discute:
- Rubens, acho que ficamos kits”!
- Kits uma ova, vamos dividir as camisetas. Um lado Inter e o outro Grêmio.
Dessa história o casal tirou uma conclusão: que os opostos, realmente se atraem.
quarta-feira, 9 de junho de 2010
Como se comunicar com formigas.
Eu vou começar pelo fim, pois isso é um grande sonho meu. Desculpe caro leitor pelo meu modo peculiar de começar meu texto, mas enfim, ele morreu. Vamos para o meio da história.
Diariamente eu vejo muitos insetos na escola, tenho vontade de matar a maioria, acho que sou um pouco exagerada com essas coisas.
Um dia, na escola, mas precisamente no intervalo, eu pensei (ou melhor, imaginei) se as formigas eram tão organizadas quanto pareciam, porque sinceramente deve ser uma gritaria lá no formigueiro:
- Eu não queria essa folha!
- A mais verde é minha!
O que acontece quando matamos várias delas?
Um enterro? Opa! Seria ótimo ver o velório de uma formiga.
- Ele era tão jovem – diz uma formiga rechonchuda.
- Ele saiu meio magro na foto – diz uma formiga vestido de soldado.
- Ele usava dorgas – responde outro.
- Dorga?
- É.
- O que é isso?
- Manolo, dorgas é um ... “enegético”.
- De que tipo?
- Tipo A.
- Aaaaaa...
Logo fiquei deprimida demais com o velório e pense em uma novela mexicana dramatizada por formigas.
- Eu sou a verdadeira Paola Bracho!
Desculpem-me de novo, me empolguei com a situação.
- Oh querido lute e volte por mim!
- Lógico, por você – eles se beijam. Pessoal, formigas se beijando é nojento.
Eu imaginei a formiga lutando e o sinal tocou (já disse como odeio o sinal? Não? Odeio o sinal!)
Na hora em que levantei, descobri que havia, acidentalmente, matado uma formiga. O débil pensamento que a recém falecida formiga, devia ser o par da outra formiga, que agora era viúva passou por mim, mas logo eu retomei consciência e pensei descaradamente: Insetos são nojentos.
Autora: Elisandra Leite de Souza.
Aluna do I.E.E Cristovão de Mendoza, do 1º ano, turma 2.101.
Eu vou começar pelo fim, pois isso é um grande sonho meu. Desculpe caro leitor pelo meu modo peculiar de começar meu texto, mas enfim, ele morreu. Vamos para o meio da história.
Diariamente eu vejo muitos insetos na escola, tenho vontade de matar a maioria, acho que sou um pouco exagerada com essas coisas.
Um dia, na escola, mas precisamente no intervalo, eu pensei (ou melhor, imaginei) se as formigas eram tão organizadas quanto pareciam, porque sinceramente deve ser uma gritaria lá no formigueiro:
- Eu não queria essa folha!
- A mais verde é minha!
O que acontece quando matamos várias delas?
Um enterro? Opa! Seria ótimo ver o velório de uma formiga.
- Ele era tão jovem – diz uma formiga rechonchuda.
- Ele saiu meio magro na foto – diz uma formiga vestido de soldado.
- Ele usava dorgas – responde outro.
- Dorga?
- É.
- O que é isso?
- Manolo, dorgas é um ... “enegético”.
- De que tipo?
- Tipo A.
- Aaaaaa...
Logo fiquei deprimida demais com o velório e pense em uma novela mexicana dramatizada por formigas.
- Eu sou a verdadeira Paola Bracho!
Desculpem-me de novo, me empolguei com a situação.
- Oh querido lute e volte por mim!
- Lógico, por você – eles se beijam. Pessoal, formigas se beijando é nojento.
Eu imaginei a formiga lutando e o sinal tocou (já disse como odeio o sinal? Não? Odeio o sinal!)
Na hora em que levantei, descobri que havia, acidentalmente, matado uma formiga. O débil pensamento que a recém falecida formiga, devia ser o par da outra formiga, que agora era viúva passou por mim, mas logo eu retomei consciência e pensei descaradamente: Insetos são nojentos.
Autora: Elisandra Leite de Souza.
Aluna do I.E.E Cristovão de Mendoza, do 1º ano, turma 2.101.
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